Ínicio

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Casinha, porta-vela, colagem e porta-lápis

O post de hoje tem a intenção de compartilhar os projetinhos DIY que rolaram do lado de cá nos últimos dias. Ideias gostosinhas que você também pode fazer aí, usando o material disponível e a criatividade que está guardadinha dentro de você, esperando uma oportunidade para ir ao mundo!  

Durante este tempo, pensei o quão importante é sairmos da rotina até mesmo no fazer manual. Dar espaço às criações diferentes, deixando a imaginação fluir, rolar, da maneira mais gostosa  e livre possível. E ideias nunca faltam, né? É aquele vasinho criado a partir de lâmpadas descartadas, o porta-vela com lata de atum, o fio de luz com flores que você viu naquele perfil do instagram que é pura inspiração, a receita de cookies que você quer testar para presentear os professores, ideias para decorar o Natal que já está logo aí.

Não sei a sua, mas a minha cabeça parece não dar conta de armazenar tanta coisa que quero experimentar, fazer, criar. Seja para decorar a casa, presentear e também para incluir dentro do meu negócio criativo. Loucura isso, né?!

Vamos agora acalmar a mente, esquecer por um tempinho as outras ideias borbulhantes, e focar nas belezinhas que vou apresentar aqui! São propostas bem simples que podem render algumas horinhas de imersão no processo criativo. 

Olha só:


Esta casinha tem uma história linda. Ela pertencia à Alison, irmã da minha amiga Bia, que partiu deste plano há alguns anos. A Bia herdou a casinha (que tem par - são duas!) e a manteve na parede do seu quarto com a coleção de mini perfumes que pertencia à irmã. Começamos a conversar sobre a ideia de transformação: dar uma nova cara à casinha de forma que ela pudesse continuar representando o elo entre as duas mas também começasse a fazer parte da história da Bia, com suas cores, seus objetos queridos, suas memórias. Surgiu a ideia de revestir parte dela com retalhos de tecidos, numa mistura que gosto bastante (quem me acompanha há bastante tempo já deve ter visto outras criações por aqui), mantendo a originalidade da peça com as laterais na madeira. Uma transformação feita com muito carinho e boas energias.


Sobrinha casa mês que vem. A celebração, que será realizada no sítio da família, terá porta-velas criados a partir de vidros reaproveitados e decorados com a versátil caneta Posca. Arabescos, flores e corações foram desenhados à mão livre. Arrematei com rami para dar aquele toque especial. Casório com muita luz e amor!


Amiga querida fez aniversário esta semana e pra ela escolhi um livro que tem tudo a ver com nossas últimas conversas, o que estamos buscando pra vida. Para embalar algo comprado com tanto carinho, fui de colagem! Um envelope de papel kraft se transformou nesta embalagem com uma mistura de texturas bem bacana: ali tem página de livro, selo da Argentina, papel rendado, flor de tecido, washi tape e bolinhas brancas. Um charme, não?!

Já na foto da direita, um porta-canetas criado ontem à noite, assim, vapt-vupt. Tipo aquelas vontades loucas de comer um doce, sabe? Projetinho DIY que fez sucesso nas redes sociais e foi parar até lá no Stories (instagram) com a música da Sandy rolando solta! Proposta simples, gostosinha de fazer e que pode ser aplicada em muitas outras superfícies.

E aí, gostou das ideias?
Vamos colocar a mão na massa?
Aproveita o finde para criar um objeto fofo, um cartão personalizado, decorar aquela peça que já está pedindo uma carinha nova. O céu é o limite! :)


quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Pausa no parque

Dias atrás, as condições para se trabalhar aqui em casa não estavam nada favoráveis: faxineira dando uma geral na casa e a reforma no apartamento de cima à todo vapor. Uma barulheira sem fim. Era quarta-feira e tinha planejado para aquele dia começar a redesenhar o meu novo negócio criativo, juntar minhas referências, revisitar estudos e anotações feitas no decorrer dos últimos meses. Em casa, essa tarefa não fluiria da maneira como eu gostaria. Então, não tive dúvidas: coloquei na bolsa canga, canetas coloridas, caderno, agenda, um petisco gostosinho e fui para o PARQUE!

A tarde estava linda, ensolarada e convidativa para estar em meio ao verde. O Parque da Juventude, localizado bem próximo à minha casa, acolheu-me de braços abertos. Acomodei-me embaixo de uma árvore com minha canga azul-vivo, presente de uma amiga muito querida (lembranças afetivas são ótimas companhias e sempre bem-vindas nessas horas!).

Primeiro, observei... o céu azul, o sol que batia no rosto à medida que o vento balançava os galhos da árvore, a família que fazia um piquenique ali perto. Depois senti o sorriso no meu rosto, o corpo relaxado, o entusiasmo e alegria dentro de mim. Por alguns instantes, juro que me senti adolescente, que sai de casa em busca de um respiro, um momento só seu, deixando para trás a rotina e as regras que limitam nossas experiências.

Também agradeci. Pelo insight, por ter ouvido minha intuição, por ter dado espaço ao que meu coração pedia naquele dia. E pensei em quantas vezes abri mão de momentos assim, engolida por uma rotina maluca, sem me permitir fazer uma pequena pausa.

Naquela tarde linda de inverno, também me emocionei muito. Fiz uma prece tão verdadeira que uma pequena lágrima escorreu pelo meu rosto. Conversei com o sol, o céu azul, com meus sonhos e com Deus. Pedi coragem para colocar em prática tudo o que estava brotando ali, entre palavras, registros, cores e folhas, sem precisar abrir mão do tempo e da energia dedicados ao meu bem mais precioso: minha família. 

Passei um pouco mais de duas horas ali. O caderno verde de "bolotas" pink voltou pra casa recheado de ideias, registradas sem nenhum tipo de critério. Simplesmente registradas. Na mesma leveza que tenho tentado viver cada novo dia - sim! é um aprendizado difícil e contínuo!


As coisas estão mudando por aqui. Eu não sou mais a mesma. O meu negócio criativo também não será mais o mesmo. Bendita seja esta pausa que eu me permiti viver de uma forma tão intensa. Estou mergulhada nas minhas inquietações, angústias e medos. Estou respirando sonhos, ideias e absorvendo tudo de lindo que sinto no coração. Estou revisitando minha história, minhas lembranças e emoções com uma coragem gigante e um olhar doce para comigo mesma. Estou aberta ao autoconhecimento como nunca estive antes. E feliz com este pacote todo que a vida está me dando de presente!

Encerro o post, te perguntando: quando foi a última vez que você se permitiu uma pausa para simplesmente observar a vida passar? Um momento de paz com você mesma? Um tempinho para sentir suas emoções aflorando? Convide-se a viver isso. Por uma hora, um dia, uma tarde, o tempo que for possível. Faça uma pausa. E se olhe para dentro!

"Felicidade não tem a ver com oba-oba, riso frouxo, vida ganha. Isso é alegria, que também é ótima, mas que não tem a profundidade de uma felicidade genuína que engloba não só a alegria como a tristeza também. Felicidade é ter consciência de que estar apto para o sentimento é um privilégio, e que quando estou melancólica, nostálgica, introvertida, decepcionada, isso também é uma conexão com o mundo, isso também traz evolução, aprendizado. Feliz de quem cresce. Mesmos aos trancos." Trecho da crônica "Quanta felicidade eu aguento?" da Martha Medeiros que está no livro Simples Assim.

Pense nisso... com carinho e o coração aberto!
E por falar em coração, um beijo para o seu! <3


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Na lousa

A lousa saiu das salas de aula e invadiu a decoração; virou febre nos últimos anos e veio pra ficar! Da decoração da casa à eventos, ela passou a ser quase que indispensável. E vamos combinar que ela é charmosa, descolada e também muito útil, né?! Para anotar recados, apresentar o menu da noite, deixar ao alcance dos nosso olhos frases inspiradoras, preparar a lista de compras e tantas outras funcionalidades que a lousa oferece.

Aqui em casa, temos duas: a lousa na lateral de um armário da cozinha onde anotamos trechos de livros, cardápio da semana e também onde amigos deixam recadinhos fofos, e a segunda que fica apoiada na prateleira da varanda. Esta, pequena, recebe frases que refletem muito o jeito de pensar e de viver da nossa família. Além disso, ela é muito especial por ter passeado por muitos eventos bacanas que a Rosa Pimenta esteve presente. Talvez aí esteja a explicação para o carinho que tenho por ela. Era uma lousa simples, dessas que crianças usam para brincar até que veio a inspiração de revesti-la com retalhos de tecidos estampados e coloridos. O resultado? Uma moldura pra lá de linda!



Existem diversos materiais disponíveis, variando de preço e modo de aplicação. O adesivo vinílico fosco (nas cores preta e verde) é barato e se encaixa perfeitamente em um projeto DIY (ou faça-você-mesmo), já a madeira exige um pouco mais de habilidade com o manuseio de ferramentas específicas mas também pode ser encomendada à um bom marceneiro; a tinta oferece ótimo custo-benefício e pode ser aplicada desde grandes superfícies até pequenos objetos, como vasos e garrafas; e as placas, com uma moldura bem bacana, dão um toque todo especial àquele cantinho da casa.  

Vamos a algumas ideias lindas que encontrei no Pinterest e no site Studio 1202:





De tão versátil, a lousa chegou para ganhar seu espaço também em eventos, festas e confraternizações, e é usada da apresentação do menu à demarcação de lugares, passando por recadinhos de agradecimento. Olha só essas ideias fofas:


Não há limites para a imaginação quando o assunto é lousa. Sim! Ela tem seu lado lúdico muito presente e nos remete à infância, nos inspira a desenhar, escrever, expressar o que de mais incrível há dentro da gente. E quando combinada com outros objetos mais elaborados, ela ganha lugar de destaque e passa a ser peça decorativa das mais bonitas.

Tem uma lousa em casa? Não?!
Então, pense na funcionalidade do espaço, no tamanho e material ideal para já sair em busca da sua lousa perfeita. Uma coisa eu garanto: tem opção para todos os bolsos e gostos e sua casa vai ganhar um charme todo especial e único.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

A charmosa Buenos Aires

Voltar para Buenos Aires depois de treze anos da minha primeira visita foi realmente maravilhoso. Primeiro porque a vontade de retornar à cidade era muito grande. Segundo porque foi a primeira vez que viajei sem a família, na companhia de uma amiga, e posso dizer que a experiência foi bastante interessante, prazerosa, ainda que o coração estivesse um tantinho apertado (coisas de quem ama viver grudadinha com a família, até para explorar o mundo!).

Voltando à Buenos Aires...

A cidade continua linda. Com sua arquitetura exuberante, ora moderna ora antiga, seus parques e praças arborizados, ruas e avenidas planas, cafés e lojinhas por todos os lados, limpa e segura. Um convite para explorá-la da melhor maneira: à pé!

Foram apenas 5 dias... suficientes para visitar os principais pontos turísticos, degustar da gastronomia portenha, apreciar tudo de encantador que a cidade oferece. Esse era o principal objetivo da viagem e conseguimos cumpri-lo através do roteiro que preparamos ainda aqui no Brasil, com pesquisas em blogs e redes sociais.

1º dia - Chegamos à cidade na quarta-feira, dia 28/6, no meio da tarde. Escolhemos o Hotel Etoile, no bairro Recoleta, para nossa estadia. Bem localizado e com ótimo custo-benefício. Deixamos as malas no quarto e logo saímos para explorar a cidade. Uma parada para um café no Inside Tea Connection e depois seguimos para a Av Santa Fé. Visitamos o esplendoroso El Ateneo Grand Splendid e retornamos à Recoleta para encerrar a noite no Hard Rock Café, localizado no Buenos Aires Design Center.



2º dia - O dia começou com uma visita ao Cemitério da Recoleta onde estão os restos mortais de personalidades da política, arte e cultura, dentre elas, o de Evita Perón. Caminhamos em direção ao centro antigo da cidade, exploramos as livrarias e sebos da Av Corrientes, o monumento mais famoso da cidade localizado na Av 9 de Julio, o Obelisco. Fizemos uma pausa no clássico e mais antigo café de Buenos Aires, Café Tortoni, visitado por muitos turistas (recomendamos as medias lunas e o churros com doce de leite!). Seguimos até a Plaza de Mayo onde também está localizada a Casa Rosada que é a sede do governo argentino. Em Puerto Madero, logo adiante, tivemos a oportunidade de conhecer a arquitetura moderna da cidade, onde estão localizados muitos hotéis e empresas e tem como destaque o canal do Rio de La Plata e a Puente de La Mujer. Terminamos com um almoço delicioso no Cabana de Las Lilas - se há um lugar onde se come um chorizo delicioso é lá e ainda com uma vista maravilhosa! Retomamos a caminhada até chegarmos à Calle Florida que é muito popular e, por esta razão, deixa de ser um lugar para caminhar tranquilamente já que as abordagens feitas por cambistas são constantes e a orientação dos comerciantes para termos total atenção às bolsas e objetos pessoais nos deixam um pouco inseguros. Empanadas deliciosas no El San Juanino (as melhores, garantimos!), localizado na Recoleta, foi a escolha para o nosso jantar.





3º dia - O bairro Recoleta é considerado parte do centro da cidade e neste terceiro dia, escolhemos explorar o lado direito do mapa, começando pelo bairro Palermo. Lá visitamos o Jardín Japonês, bem cuidado, lindo e que em 2017 completa 50 anos na cidade (para celebrar a data, visitantes são convidados a registrar em um mural seus desejos, sonhos e agradecimentos, com pequenos cartões adquiridos na lojinha ao lado). Vizinho ao Jardín Japonês está o El Rosedal, situado no coração do Parque Três de Febrero, e que conta com mais de 18.000 rosas. Infelizmente a estação fria, seguida do Outuno, já não nos permitiu apreciar a beleza completa do lugar (que tínhamos já visto em fotos); poucas espécies pareciam resistir às baixas temperaturas. Seguimos em direção à Palermo Viejo, bairro mais descolado, com suas lojinhas, ateliês, cafés e restaurantes. Uma pausa para um almoço gostosinho na charmosa Le Pain Quotidien localizada na calle Armenia. Passeamos pela Plaza Serrano, também conhecida pela feirinha de produtos artesanais e rodeada por lojinhas bacanas, cafés e bares. Algumas ruas à frente, conhecemos o Districto Arcos que é um outlet à céu aberto. Retornamos ao hotel de maõs vazias (sim, os preços do outlet não eram nada convidativos!) caminhando pela Av Santa Fé, desta vez no sentido contrário à parte da avenida que fizemos no dia em que chegamos à cidade. Antes de colocarmos os pezinhos para o alto, escolhemos o café La Panera Rosa, bem coladinho ao hotel (e que conta com várias outras unidades igualmente charmosas espalhadas pela cidade, para fazer um lanchinho e apreciar o lindo entardecer em Buenos Aires.





4º dia - O dia amanheceu ensolarado, com pouco vento e perfeito para um dos passeios mais desejados: passeio de barco pelas ilhas do Delta, na cidade de Tigre, que está localizada a 32 km da capital Portenha. Contratamos o passeio no próprio hotel já que não tínhamos certeza se conseguiríamos fazê-lo por conta do tempo (inverno em Buenos Aires é chuvoso). Saímos do hotel as 9h da manhã e seguimos de van até o Tigre, onde pegamos um barco na Estação Fluvial e conhecemos as diversas moradias (muitas delas de veraneio) e modo de viver dos habitantes de lá que fazem tudo utilizando barcos. Terminado o passeio, seguimos com a van até a cidade vizinha, San Isidro, onde está localizada a belíssima catedral de mesmo nome. De volta à capital, já no início da tarde, almoçamos no Croque Madame do Museo Arte Decorativo, sentadas em uma mesinha no jardim pequeno e acolhedor. Era sábado e na praça próxima ao hotel acontecia uma feira com mais de 200 artesãos. Uma ótima oportunidade de conhecer o artesanato local e apreciar trabalhos encantadores. O sol já começava a se despedir da cidade quando nos recolhemos para, então, mais à noite, aproveitar um dos entretenimentos mais procurados por quem visita Buenos Aires: show de tango. E nosso escolha foi o famoso Señor Tango, que dizem não apresentar a essência do tango, mas que aos nossos olhos, não deixa de ser um espetáculo que apresenta um pouco da história desta dança que arranca suspiros. Optamos pelo show sem o jantar (seguindo a dica de alguns blogs) e fizemos um lanche rápido, já madrugada adentro, no também tradicional Café La Biela, colado ao hotel.








5ºdia - Chegamos ao nosso último dia na cidade e para fechar a viagem com chave de ouro, visitamos os bairros Caminito e San Telmo localizados no lado esquerdo do mapa. As cores fazem do Caminito um lugar interessante apesar da sua arquitetura simplista. Lá, turistas passeiam pelas ruas que geralmente são indicadas por guias turísticos e taxistas (foi o nosso caso) já que o bairro tem fama de ser perigoso. Respeitamos a orientação do taxista e apreciamos suas cores e lojinhas que são perfeitas para comprar souvenirs. Muito próximo dali, está o estádio La Bombonera cuja visita dispensamos. Uma foto do estádio por fora (que não é lá essas coisas!) foi suficiente e tinha um único objetivo: mostrarmos para nossos meninos! Depois, caminhamos até o bairro San Telmo onde acontece a feira de antiguidades mais popular da cidade, na Plaza Dorrego. Muito burburinho, gente descolada e turistas que apreciam este tipo de passeio. Caminhamos pelas ruas de paralelepípedos que contornavam a praça e também outras do bairro, como a Calle Defensa, onde estão concentrados muitos dos importantes antiquários da cidade. Almoçamos no Café La Poesia. Retornamos ao hotel de taxi (observem que este foi o primeiro e único dia que usamos este serviço porque os bairros visitados nesse dia eram mesmo muito distantes) e jantamos no café-restaurante Bartola, com uma mistura de decoração industrial e clássica, lugar que elegemos para nossa despedida desta cidade. Sim, era chegada a hora de arrumar as malar, guardar todas as belas recordações da viagem e partir!!







Minhas considerações finais sobre esta viagem:  

. Definitivamente esta não foi uma viagem para compras. Apesar das tentadoras ofertas de produtos belíssimos, a maioria deles de couro, os preços estavam salgados demais;
. Buenos Aires acolhe qualquer tipo de viajante: o que deseja uma viagem romântica com seu par, quem viaja em família, com amigos e (acredito eu!) até mesmo famílias com crianças, fazendo-se necessária, claro, uma adaptação no roteiro - quem tem filhos sabe do que estou falando.
. Come-se muito bem em Buenos Aires. Portanto, viajar pra lá desejando não ganhar uns quilinhos extra é um verdadeiro pecado. Se joga na gastronomia local, desfrute do doce de leite cremoso, das medias lunas que estão por toda parte, dos alfajores, das massas, tortas e tantas outras delícias. E deixe para pensar na dieta depois - ninguém morre por isso! Garanto!
. Aproveite para conhecer a cidade caminhando. Os pés podem até se queixar um pouquinho no final do dia mas valerá à pena porque você terá oportunidade de conhecer uma Buenos Aires encantadora. E falo isso por experiência própria: mesmo com o pé direito machucado (sofri uma lesão dias antes da viagem), consegui desfrutar do passeio, explorando tudo o que a cidade tinha a me oferecer.
. Buenos Aires está logo ali e não é preciso mais de cinco dias por lá. A menos que você queira aproveitar para conhecer outras cidades como Mendoza (famosa por suas vinícolas)ou, então, dar um pulinho no Uruguay para conhecer a cidade de Colonia del Sacramento.

Recadinho à minha companheira de viagem: muito obrigada por me apresentar uma Buenos Aires linda e diferente! A cada viagem volto pra casa inspirada, renovada e me conhecendo melhor. Feliz por você ter feito parte disso! 

E à você que teve paciência de chegar até o final deste post, agradeço o carinho! Espero ter, de alguma forma, te inspirado a visitar (ou revisitar) esta cidade tão única e especial.

Até breve! 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Retomando o hábito da leitura

Estou retomando o hábito de ler livros regularmente, como fazia na época em que não tinha filhos. Sim, eles chegam pra mudar um bocado nossa rotina, nossas prioridades e até mesmo mudar o interesse pelos títulos (afinal, o mundo materno exige aprendizados constantes, não é mesmo?).

Neste ano decidi mudar um pouco este cenário e colocar a leitura como uma das minhas prioridades. Se sinto que numa determinada semana estou cansada para ler quando estiver já de pijama, na cama, a leitura passa a ser a "pausa" do meio da tarde ou então, troco a TV do domingo à noite pelo livro. Pequenos ajustes na rotina ajudam bastante assim como deixar o livro da vez ao alcance das mãos!

E claro, não estou aqui dizendo que leio TODOS OS DIAS ou que passo horas do meu dia lendo. Simplesmente vou deixando a leitura fazer parte da minha vida, assim como folhear revistas de decoração, visitar o blog daquela moça criativa incrível, assistir alguma série, testar uma receita nova de bolo, fazer um projetinho DIY.

Compartilho agora os livros que li nos últimos 5 meses, 1 por mês, e não exatamente neste tempo - um livro li em 15 dias, outro passei dos 40! E tá tudo certo!!



Os temas são bem variados e vão muito de encontro ao que busco/me interesso no momento. Aqui, li sobre viagens (Martha Medeiros é incrível relatando suas aventuras!), romance, espiritismo, meditação e leveza, este último, da jornalista Leila Ferreira, foi o que li em 15 dias de tão gostosa a leitura. Livros que me proporcionaram autoconhecimento, aprendizados, momentos de prazer e boas risadas.

Já estou terminando um livro também sobre viagens (faltam pouquíssimas páginas... ebaaa!) e hoje chegou o pacote da livraria com outros dois livros, sendo um deles escolhido especialmente para ler durante a viagem de férias no mês de Julho - sempre uma ótima companhia, não?!

Se você está tentando retomar este hábito, siga em frente, devagar, no seu ritmo e tempo. Se sente que ainda não é o momento, espera que ele chega! E se você é um devorador(a) de livros, espero te inspirar com essas sugestões de leitura! :)

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Semana de colagem

Na semana passada me coloquei um desafio: criar uma colagem por dia, seguindo a única regra desta arte incrível - compartilhada pela querida Mari Valente, designer responsável pela oficina que conquistou de vez meu coração: colagem NÃO TEM REGRA. Simples assim!

Regra bem clara, era chegada a hora de colocar a mão na massa.

Na primeira colagem, senti um friozinho na barriga. Talvez porque buscava um sentido, um conceito, a perfeição ou sei lá o que exatamente. Fiz. Depois veio a insegurança e o medo de mostrar minha arte para o mundo. Respirei fundo para compartilhar nas redes sociais. Foi!

A colagem ficou assim:


Quando compartilhada, a colagem seguiu acompanhada deste texto: "Mergulhe. Na criatividade, nas ideias, no seu propósito. Mergulhe nas cores, no universo. Mergulhe em você. E de cabeça".

As outras colagens foram criadas de uma forma mais espontânea, com um olhar diferente para as figuras em sua função padrão. Mistura de flores, pessoas, plantas, pássaros, tecidos, animais, textos, cenas do cotidiano, frutas, frases e objetos.

Tudo isso, junto e misturado, rendeu outras quatro colagens que ficaram assim ó:



Sinto-me entusiasmada com este novo caminho e pela primeira vez, estou deixando as coisas fluírem de uma forma mais leve e gostosa, experimentando misturas, permitindo-me criar e explorar o meu olhar para tudo o que está à minha volta e, principalmente, dentro de mim. As coisas acontecerão na hora certa. Eu acredito!

Agora quero saber: o que você achou de tudo isso?
Me dá um alô aqui nos comentários, tá?! Adoro saber! :)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Lar é onde o amor está

Não existe lugar mais gostosinho no mundo do que minha casa. Viajo, passeio, conheço lugares incríveis mas é aqui, no meu cantinho, que tudo de fato acontece. É aqui que recarrego minhas energias, compartilho afeto, descanso, sonho, choro, amadureço e vivo com minha família. É aqui também que dou asas à imaginação, deixando brotar criações que preenchem meu coração de alegria.

Por todos os cantos, me vejo em detalhes, me vejo inteira. Tudo aqui me toca, me envolve, me acolhe. Sinto-me parte deste espaço. Às vezes, mudo uma coisinha aqui, outra acolá, para seguir o fluxo natural da vida (quem não muda?!) mas a essência permanece.

Hoje tenho uma casinha - que na verdade é um apê - do jeitinho que sonhei um dia. Parede de tijolinhos, objetos com memórias afetivas, cozinha americana para estimular as conversas e trocas, e um jeito mais gostoso (e leve!) de viver.

Isso certamente influencia a rotina, a forma como enxergo o mundo, meus sonhos e também a convivência familiar. Hoje sinto prazer em cuidar da casa, criar um novo objeto decorativo, adicionar uma peça na parede de memórias da varanda, programar uma sessão de cineminha na sala (com direito à pipoca, claro!), experimentar uma receita de bolo nova, receber amigos queridos ou simplesmente ficar de bobeira, deixando o tempo passar lento e gostoso.




Objetos que remetem à este universo estão ganhando cada vez mais espaço na decoração. Da casinha de madeira que faz companhia para a mini árvore da felicidade (muda que herdei da árvore da minha mãe), passando pelo quadrinho de cerâmica, presente da irmã.




O cachepô lindinho da Mercatto Casa abriga uma plantinha na varanda e encanta. O recém adquirido coração da ...com Lola chegou para completar o time. "Lar é onde o amor está", diz o tal coração. E ele está certo! Muito certo!

E você, também tem essa conexão com seu lar? O que você mais gosta? Quais as sensações que a sua casinha lhe proporciona?... Me conta, vai! Estou aqui à postos para ouvir sua história!

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